Querido cabelo: volta! Estás perdoado!
Please?!…
Devo dizer que já há muito tempo que não ficava tão desiludida com um corte de cabelo!… estas foram as primeiras imagens do crime, em que a coisa até escapa, e os filtros do Instagram ajudam a uma visão romântica do sucessido!… Mas o terror foi o acordar no dia seguinte, foi o lavar, foi o olhar ao espelho… o depois!…
Depois de três anos com o cabelo dentro do mesmo género, de três anos a defender um corte adequado ao meu estilo, tipo de rosto, de cabelo e hábitos diários, decidi que estava na hora de mudar! Sabia apenas isso! A falta de tempo para reflectir e pesquisar inspiração sobre o assunto levaram-me a confiar na tesoura e talento de uma profissional que não me é de todo estranha!
Já lhe confiei clientes, que com o meu aconselhamento e os seus conhecimentos técnicos, sairam super satisfeitas do salão, com objectivos cumpridos!
Pois bem, desta vez o meu trabalho ficou um pouco (muito) por fazer, e depois de tanta insistência num Meg Ryan inspired, deixei-me vencer pelo cansaço, não fosse o medo da mudança falar mais alto!
Mesmo depois de ter sublinhado: não quero o cabelo muito (demasiado) escadeado/escalado, não o consigo pentear assim em casa, o meu cabelo não tem esse volume, não quero um capacete no topo da cabeça, o meu rosto vai ficar mais longo… foi tudo isso que aconteceu!
Entre experiências diárias como “agora com espuma”, “agora sem espuma”, “agora seco ao natural” (…), ainda não tive coragem de registar o verdadeiro resultado e já ando a magicar que pontas hei-de cortar agora para mudar a natureza do corte…
No saldo da história fica mais uma moral a relembrar: os cabeleireiros (que respeito MUITO), na sua maioria (há excepções!) não são consultores de imagem! (Há que fazer os trabalhos de casa!!…)
Alguns só não o são porque se esquecem de ouvir o cliente, e o que consideram ser um bom corte pode não ser o ideal para a pessoa em questão por diversos motivos…
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